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04 agosto 2026

[Lista de exercícios] Imperalismo e neocolonialismo

Lista de exercícios sobre Imperialismo e Neocolonialismo. Questões vestibular, PISM e ENEM. 


1. Em dezembro de 1945, começou uma greve de dois meses no principal porto da África Ocidental Francesa, Dacar. As autoridades só conseguiram levar os grevistas de volta ao trabalho com grandes aumentos de salário e, o que é ainda mais importante, pondo em prática todo o aparato de relações industriais usado na França — em resumo, agindo como se os grevistas fossem modernos operários industriais.

COOPER, F.; HOLT, T.; SCOTT, R. Além da escravidão. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005 (adaptado).

Durante o neocolonialismo, o trabalho forçado — que não se confunde com a escravidão — foi uma constante em diversas regiões do continente africano até o século XX. De acordo com o texto, sua superação deriva da

A) crítica moral da intelectualidade metropolitana.
B) pressão articulada dos organismos multilaterais.
C)resistência organizada dos trabalhadores nativos.
D) concessão pessoal dos empresários imperialistas.
E) baixa lucratividade dos empreendimentos capitalistas.

2. A produção de um ou dois cultivos de exportação transformou-se em regra em 1935: cacau na Costa do Ouro, amendoim no Senegal e em Gâmbia, algodão no Sudão, café e algodão em Uganda, café e sisal na Tanzânia etc. O trabalho forçado e o abandono da produção alimentar provocaram muita desnutrição, graves surtos de fome e epidemias, em certas partes da África, no início da Era Colonial.

BOAHEN, A. A. O legado do Colonialismo. Correio da Unesco, n. 7, jul. 1984 (adaptado).
 
Nos termos apresentados no texto, o Neocolonialismo europeu deixou o seguinte legado para as áreas ocupadas:

A) Desconcentração da estrutura fundiária.
B) Expropriação de direitos humanitários.
C) Autossuficiência do mercado interno.
D) Valorização de técnicas ancestrais.
E) Autonomia do setor financeiro.

3. Ata Geral da Conferência de Bruxelas, 2 de julho de 1890

            As potências declaram que os meios mais eficazes para combater a escravatura no interior da África são os seguintes:

      1º — A organização progressiva dos serviços administrativos judiciais, religiosos e militares nos territórios da África, colocados sob a soberania ou sob protetorado das nações civilizadas;

        2º — O estabelecimento gradual no interior, pelas potências de quem dependem os territórios, de estações fortemente ocupadas, de maneira que a sua ação protetora ou repressiva possa se fazer sentir com eficácia nos territórios assolados pela caçada ao homem.

Disponível em: www.fd.unl.pt. Acesso em: 21 jan. 2015.


No contexto da colonização da África do século XIX, o recurso ao argumento civilizatório apresentado no texto buscava legitimar o(a)

A) estabelecimento de governos para a constituição de Estados nacionais. 
B) submissão de espaços para alterar as relações de produção.
C) delimitação de jurisdições para bloquear a expansão capitalista. 
D) defesa do continente para encerrar as contínuas guerras civis. 
E) reconhecimento da alteridade para preservar as práticas tribais.

4. No Segundo Congresso internacional de Ciências Geográficas, em 1875, a que compareceram o presidente da República, o governador de Paris e o presidente da Assembleia, o discurso inaugural do almirante La Roucière-Le Noury expôs a atitude predominante no encontro: “Cavalheiros, a Providência nos ditou a obrigação de conhecer e conquistar a terra. Essa ordem suprema é um dos deveres imperiosos inscritos em nossas inteligências e nossas atividades. A geografia, essa ciência que inspira tão bela devoção e em cujo nome foram sacrificadas tantas vítimas, tornou-se a filosofia da terra”.

SAID, E. Cultura e política. São Paulo: Cia. das Letras, 1995.

No contexto histórico apresentado, a exaltação da ciência geográfica decorre do seu uso para o(a)

A) preservação cultural dos territórios ocupados.
B) formação humanitária da sociedade europeia.
C) catalogação de dados úteis aos propósitos colonialistas.
D) desenvolvimento de técnicas matemáticas de construção de cartas.
E) consolidação do conhecimento topográfico como campo acadêmico.

5. Na segunda metade do século XIX, muitos povos africanos e asiáticos viram seus territórios serem
ocupados pelas potências europeias. Sobre o imperialismo e neocolonialismo europeu na África e na Ásia, leia atentamente as afirmações abaixo:

I) O desenvolvimento industrial das grandes potências europeias levou ao empreendimento de um novo modelo de colonização. O aumento da produção e o acúmulo de capitais fizeram com que essas potências buscassem ampliar seus mercados e adquirir matéria-prima a custos mais baixos.
II) Durante a Conferência de Berlim, ocorrida entre os anos de 1884-1885, as potências europeias estabeleceram regras para a exploração e ocupação da África, levando em consideração a diversidade cultural e as identidades étnico-territoriais.
III) Os povos africanos e asiáticos não aceitaram passivamente o domínio dos europeus, o que gerou
diferentes formas de resistência em ambos os continentes. Muitos nativos utilizaram varias técnicas e táticas militares para defenderem-se contra a ocupação e exploração dos europeus.
IV) O discurso ideológico que procurou legitimar o domínio e exploração europeia nos continentes africano e asiático foi baseado nas teorias raciais. Difundiu-se a ideia de que os europeus constituíam a raça branca e superior, cuja missão era levar a civilização para lugares habitados por raças inferiores, primitivas e bárbaras.

Assinale a alternativa CORRETA:

a) Todas as afirmativas estão corretas.
b) Todas as alternativas estão incorretas.
c) As afirmativas I, II e III estão corretas.
d) As afirmativas I, III e IV estão corretas.
e) Apenas as afirmativas I e IV estão corretas. 

6. Analise atentamente os documentos abaixo:

DOCUMENTO 1

"Todos sabem que a Terra é um planeta e, portanto, redondo (ou quase). Bolas não têm meio, apenas centro e, nesse
caso, qualquer indicação externa é arbitrária e convencional. A representação cartográfica do planeta é uma
uropeia de compreensão do mundo. (...). O mapa também se afirma como um
instrumento de formação da cidadania, definindo-se como emblema de identidade da nação. "

KNAUSS, Paulo; RICCI, Claudia e CHIAVARI, Maria Pace. Brasil: uma cartografia. Rio de Janeiro: : Casa da Palavra, 2010. 

DOCUMENTO 2

QUINO. Toda Mafalda, São Paulo: Martins Fontes, 2019, p. 5.

Observando comparativamente o texto e a Tirinha da Mafalda é possível dizer que o modo de se compreender o espaço geográfico tem relação com o tema da identidade das nações. Sobre isso:

A) Cite DUAS nações europeias que se expandiram para outras partes do mundo no século XIX:

B) Explique como os mapas do século XIX serviram aos propósitos do imperialismo.

7. A política imperialista consistia na busca, principalmente, de novos mercados consumidores para os países industrializados e foi assim que vários países da África e da Ásia sofreram com a prática da neocolonização nos séculos XIX e XX. Portanto, sobre a justificativa construída pelas potências europeias para invadir as nações do continente africano e asiático é correto dizer que:

a) As potências europeias justificavam a invasão nos países periféricos afirmando que essa ação contribuiria para o desenvolvimento industrial e que incentivaria a adoção de um regime socialista nos países asiáticos.
b) As principais alegações utilizadas na prática do Imperialismo foram as teorias darwinistas que defendiam a superioridade cultural dos países europeus, sendo eles os países que levariam o progresso e o desenvolvimento social para os países da África e da Ásia através da missão civilizadora.
c) Uma das justificativas era que os europeus aprenderiam técnicas industriais com os africanos e asiáticos, o que acarretaria no desenvolvimento econômico e científico dos países desenvolvidos.
d) O fardo do homem branco era uma das legitimações europeias durante a política imperialista. Esse fardo consistia numa missão que contribuiria para o desenvolvimento industrial dos países africanos e asiáticos, gerando assim o crescimento da burguesia local, fazendo com que os países não desenvolvidos tivessem suas próprias indústrias. 

8. Identifique, entre as afirmativas a seguir, a que se refere a consequências da Revolução Industrial:

a) redução do processo de urbanização, aumento da população dos campos e sensível êxodo urbano.
b) maior divisão técnica do trabalho, utilização constante de máquinas e afirmação do capitalismo como modo de produção dominante.
c) declínio do proletariado como classe na nova estrutura social, valorização das corporações e manufaturas.
d) formação, nos grandes centros de produção, das associações de operários denominadas “trade unions”, que promoveram a conciliação entre patrões e empregados.
e) manutenção da estrutura das grandes propriedades, com as terras comunais, e da garantia plena dos direitos dos arrendatários agrícolas.

19 setembro 2025

Documentos históricos para trabalhar a ideia de processo civilizador no contexto do Imperialismo

O fardo do Homem Branco (1898)

Rudyard Kipling


Tomai o fardo do Homem Branco 

Envia teus melhores filhos

Vão, condenem seus filhos ao exílio

Para servirem aos seus cativos;

Para esperar, com arreios

Com agitadores e selváticos

Seus cativos, servos obstinados,

Metade demônio, metade criança.

Tomai o fardo do Homem Branco

Continua pacientemente

Encubra-se o terror ameaçador

E veja o espetáculo do orgulho;

Pela fala suave e simples

Explicando centenas de vezes

Procura outro lucro

E outro ganho do trabalho.

Tomai o fardo do Homem Branco 

As guerras selvagens pela paz 

Encha a boca dos Famintos,

E proclama, das doenças, o cessar;

E quando seu objetivo estiver perto

(O fim que todos procuram)

Olha a indolência e loucura pagã

Levando sua esperança ao chão.

Tomai o fardo do Homem Branco 

Sem a mão-de-ferro dos reis,

Mas, sim, servir e limpar 

A história dos comuns.

As portas que não deves entrar

As estradas que não deves passar

Vá, construa-as com a sua vida

E marque-as com a sua morte.

Tomai o fardo do homem branco 

E colha sua antiga recompensa 

A culpa de que farias melhor

O ódio daqueles que você guarda

O grito dos reféns que você ouve

(Ah, devagar!) em direção à luz:

"Porque nos trouxeste da servidão

 Nossa amada noite no Egito?"

Tomai o fardo do homem branco 

Vós, não tenteis impedir 

Não clamem alto pela Liberdade

Para esconderem sua fadiga

Porque tudo que desejem ou sussurrem,

Porque serão levados ou farão,

Os povos silenciosos e calados

Seu Deus e tu, medirão.

Tomai o fardo do Homem Branco!

Acabaram-se seus dias de criança

O louro suave e ofertado

O louvor fácil e glorioso

Venha agora, procura sua virilidade

Através de todos os anos ingratos,

Frios, afiados com a sabedoria amada

O julgamento de sua nobreza.




26 agosto 2025

O que foi a Guerra do Ópio?






As Guerras do Ópio foram dois conflitos ocorridos na China durante o século XIX, envolvendo a Dinastia Qing e potências ocidentais, principalmente o Reino Unido. Vamos dar uma olhada nos momentos chave de cada uma delas:

  • Primeira Guerra do Ópio (1839-1842)
 
   - Causas: A principal causa foi o comércio britânico de ópio. A Grã-Bretanha exportava o ópio, cultivado na Índia, para a China, onde seu consumo crescente causava dependência generalizada e sérios problemas sociais. O governo chinês tentou proibir o comércio de ópio, o que levou a tensões com os comerciantes britânicos.
   - Desenvolvimento: A destruição de uma grande carga de ópio em Cantão (atual Guangzhou) pelas autoridades chinesas foi o estopim do conflito. A Grã-Bretanha, com seu poderio naval, rapidamente subjugou a resistência chinesa.
   - Consequências: A guerra terminou com o Tratado de Nanquim em 1842, que obrigou a China a abrir vários portos ao comércio britânico, ceder a ilha de Hong Kong aos britânicos e pagar uma grande indenização. Esse tratado é frequentemente citado como o início do "Século da Humilhação" na China.

  • Segunda Guerra do Ópio (1856-1860)

   - Causas: Novamente, o cerne da questão era o comércio e as relações externas. Incidentes como a apreensão do navio Arrow e restrições comerciais em Cantão aumentaram as tensões entre a China e os britânicos, além de envolver os franceses, que se juntaram ao lado britânico.
   - Desenvolvimento: A guerra se expandiu com ataques britânicos e franceses em cantões estratégicos e se intensificou com a captura e destruição do Palácio de Verão em Pequim.
   - Consequências: O conflito resultou no Tratado de Tianjin e na Convenção de Pequim, que ampliaram ainda mais as concessões chinesas aos ocidentais, abriram mais portos ao comércio estrangeiro e legalizaram o comércio de ópio na China.

As Guerras do Ópio tiveram um impacto profundo e duradouro sobre a China, levando a um aumento da influência ocidental, à perda de território e ao enfraquecimento do poder imperial, contribuindo para reformas e eventual queda da Dinastia Qing. 

07 maio 2025

Faces do neocolonialismo: o caso do Congo belga

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O Congo Belga é mais um capítulo complexo e doloroso da história africana que envolve colonização e exploração das riquezas naturais, além de resistência e luta. Nesta postagem iremos fazer um estudo de como a Bélgica, do rei Leopoldo II, explorou as riquezas do Congo.


Riquezas:

O Congo Belga, hoje conhecido como República Democrática do Congo, é extremamente rico em recursos naturais. Durante a época colonial, foram especialmente explorados a borracha, o marfim, o cobre, o ouro, diamantes e urânio. Essas riquezas naturais foram intensamente extraídas para beneficiar a metrópole, a Bélgica.


Mão de Obra:

A exploração do Congo Belga durante o regime de Leopoldo II e posteriormente sob administração belga foi marcada por condições desumanas de trabalho. Os congoleses eram forçados ao trabalho sob circunstâncias brutais para extrair recursos naturais, especialmente a borracha. O sistema incluía castigos severos, trabalho forçado e pouca ou nenhuma remuneração.

Dados Econômicos e Sociais:

Economicamente, o Congo Belga era altamente explorado para beneficiar a economia belga, enquanto a população local vivia em estado de pobreza extrema. Socialmente, havia uma estrutura hierárquica rígida que favorecia os colonizadores belgas. A população nativa foi sujeita a discriminação racial e teve acesso extremamente limitado à educação e a serviços básicos.

Exploração:

A exploração do Congo Belga é um dos exemplos mais notórios de colonialismo brutal. O reinado de Leopoldo II foi especialmente cruel, e é conhecido por suas políticas severas que resultaram na morte de milhões de congoleses entre o final do século XIX e o início do século XX. O regime era sustentado por um sistema de quotas e punições que envolveram, muitas vezes, violência extrema, incluindo mutilações.


Resistência:

Houve várias formas de resistência à dominação colonial belga ao longo dos anos. Os congoleses resistiram de formas variadas, desde revoltas mais organizadas até pequenas formas de resistência cotidiana. Personagens como Patrice Lumumba, que se tornou o primeiro primeiro-ministro eleito democraticamente do Congo, emergiram como ícones da luta por um Congo independente na reta final do período colonial. O país conquistou a independência em 1960, após uma intensa luta política.


Leopoldo II e as riquezas do Congo


Leopoldo II, rei da Bélgica, governou de 1865 a 1909. Ele tinha um grande interesse em expandir suas posses coloniais e viu no Congo uma oportunidade para aumentar a riqueza e o prestígio da Bélgica. Muitos recursos do Congo acabaram indo para o bolso de Leopoldo II e para a Bélgica em geral. 

Domínio Pessoal do Congo:

- Propriedade Privada: Diferente de muitos outros projetos coloniais, o Congo foi inicialmente estabelecido como uma colônia privada de Leopoldo II, não do Estado belga. Ele administrou o país como uma extensão de seus próprios bens pessoais, sob o nome de Estado Livre do Congo (1885-1908).

Leopoldo II ficou com um legado de opressão e exploração, que marca ainda hoje a memória do colonialismo na África.

24 abril 2025

Dez exercícios sobre o Imperialismo

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Dez questões de múltipla escolha para exercitar o assunto: Imperialismo e Neocolonialismo. Pode ser aplicada tanto no 9° ano do Ensino Fundamental quanto no Ensino Médio.

03 abril 2025

Cinco filmes para você compreender o imperialismo e suas consequências

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O imperialismo é um tema super interessante e amplo, ligado ao período histórico especialmente no final do século XIX e início do século XX, quando algumas nações, especialmente as europeias, passaram a expandir seus territórios pelo mundo em busca de recursos, mercados e poder político.

Essa expansão foi marcada pela dominação e exploração de territórios na África, Ásia e América Latina. Países como Reino Unido, França, Alemanha e Bélgica estabeleceram colônias nesses continentes, impondo suas línguas, culturas e sistemas políticos. O imperialismo teve impactos profundos, incluindo a alteração das estruturas sociais e econômicas dos países colonizados e contribuiu para tensões internacionais que culminaram na Primeira Guerra Mundial.

Filmes podem ser uma ótima maneira de entender e visualizar o impacto do imperialismo. Aqui estão alguns filmes que abordam esse tema:

1. "O Último Imperador" (1987) - Conta a história de Pu Yi, o último imperador da China, e sua vida durante o período de dominação imperialista.

   
2. "Diamante de Sangue" (2006) - Focado no tráfico de diamantes durante a guerra civil em Serra Leoa, o filme aborda as consequências do imperialismo e a exploração de recursos na África.



3. "Gandhi" (1982) - Este clássico mostra a luta de Mahatma Gandhi contra o domínio britânico na Índia, refletindo os efeitos do imperialismo e a resistência pacífica.


4. "Até o Último Homem" (2016) - Embora seja mais focado na Segunda Guerra Mundial, ele faz menção aos conflitos gerados por tensões imperialistas.



5. "Hotel Ruanda" (2004) - Foca no genocídio em Ruanda, um conflito que teve raízes em divisões criadas durante o período colonial.



Esses filmes podem oferecer perspectivas únicas e aprofundadas sobre diferentes aspectos do imperialismo e suas consequências sob os territórios e as sociedades que foram vítimas de tal processo histórico. 

23 março 2025

Imperialismo e Neocolonialismo

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Pacote: Imperialismo e Neocolonialismo

Da formação das impérios neocoloniais às tensões que antecederam a Primeira Grande Guerra



  • Slides com documentos, dados e informações.
  • Resumo, com textos e imagens, de toda matéria.
  • Jogos (caça palavras e cruzadinha).
  • Lista de exercícios (PISM/UFJF, Vestibulares e ENEM).
  • Prova.
Valor: R$ 2,99.

15 março 2025

O Canal do Panamá: objeto da ambição de Trump


Desde o século XVI, com a descoberta e a exploração do ouro na América pelos espanhóis, buscou-se uma passagem que ligasse os oceanos Atlântico e o Pacífico. 

A ideia era garantir que o transporte de mercadorias e de metais preciosos fosse feito com mais velocidade e segurança. 

No século XIX, os franceses chegaram na região do Panamá, na América Central, e iniciaram a construção do canal em 1881, tentando abrir uma passagem para conectar os dois oceanos. Contudo, a obra não avançou como o esperado, milhares de operários morreram de malária e febre amarela e o projeto foi abandonado, após oito anos.

Em 1904, os Estados Unidos da América assumiram a obra e concluíram o canal após dez anos de trabalho. 

O investimento realizado, considerando valores atuais, foi de cerca de 10 bilhões de dólares. Os EUA exploraram o canal até 1999, quando eles transferiram o controle para o Panamá 

O canal, tem 82 Km de extensão,  e tornou-se uma importante rota marítima, por onde passam cerca de 4% de todo o comércio mundial. Para passar pelo canal, os navios precisam pagar um pedágio às autoridades do Panamá, o que gera riqueza e desenvolvimento para o país. 

Há alguns dias Trump ameaçou retomar o controle do Canal para os EUA por uma simples razão: pagar taxas mais baratas, o que iria favorecer o comércio de seu país

🍅 Método Pomodoro: o segredo dos 25 minutos para aumentar o foco, vencer a procrastinação e produzir mais

Você já sentou para estudar ou trabalhar e, poucos minutos depois, percebeu que estava olhando o celular, respondendo mensagens, navegando p...